O que é o Grupo de Puebla, que reúne novo presidente da Argentina, Dilma e servirá de palanque para Lula na América Latina

Alberto Fernández ainda não foi empossado como presidente da Argentina, mas já é o líder da esquerda latino-americana: neste fim de semana, ele é o anfitrião em Buenos Aires da segunda reunião do Grupo de Puebla.

Em meio à libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a capital argentina aguarda a visita de 32 líderes de 12 países, incluindo ex-presidentes como José Mujica (Uruguai), Rafael Correa (Equador), Fernando Lugo (Paraguai) e Dilma Rousseff (Brasil).

Em sua conta oficial no Twitter, o petista publicou uma foto de alguns deles em um restaurante em Buenos Aires com a hashtag “#LULALIBRE”.

A ocasião reúne alguns dos protagonistas da chamada Maré Rosa, a virada para a esquerda que a América Latina viveu no início deste século e praticamente desapareceu na última década com a chegada ao poder de representantes da direita – ou da extrema-direita – em vários países.

Representando os atuais governos de esquerda, está prevista a presença do vice-presidente da Bolívia, Álvaro García Linera, cujo país está passando por uma grave crise política após as eleições de 20 de outubro.

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