FEMINISMO: O CANCRO DAS SOCIEDADES MODERNAS, POR PAULO CHENG

O feminismo fomenta um processo bastante avançado de destruição da natural complementaridade entre homens e mulheres. A pretexto de conferir “direitos iguais”, promove a desintegração das figuras masculina e feminina. De um lado, criou mulheres que não mais são capazes de avaliar seus sentimentos, que mentem e dissimulam com a naturalidade de quem dá um bom dia, que não conseguem analisar com racionalidade o que é melhor para si, que se esforçam para viver como homens. Do outro, inventou a ojeriza pela masculinidade, que tem sido exposta como um mal social, como uma espécie de agressão moral automática praticada contra as mulheres e cujo resultado imediato foi a aparição de homens cada vez mais efeminados. Ou seja: o feminismo insuflou na sociedade a desintegração psíquica e emocional das mulheres ao mesmo tempo em que fomentou o sentimento de culpa por se ter nascido homem.

A luta pelos direitos são direitos de inerentes a qualquer ser humano e é justa, válida e necessária, mas as conquistas femininas em relação ao voto universal, ao trabalho, à violência doméstica, ao estupro não tem nada a ver com a perda de caráter, da virtude e do amor-próprio, já que as primeiras feministas lutavam pelos direitos das mulheres sem esquecerem-se da própria feminilidade e de tudo o que dela advém, isto é, sem deixar de lado a família, o matrimônio, o lar e a concepção. Por isso mesmo, é extremamente desonesto querer a “libertação” da mulher sob o pretexto de que uma minoria de homens sempre teve uma vida de vícios, como se todos os homens, a qualquer tempo, tivessem tal conduta, e como se essa minoria fosse capaz de representar o gênero masculino por inteiro. Ou seja: o feminismo diz que os homens foram e são maus, que praticaram atos cruéis contra as mulheres, e, ipso facto, defende que as mulheres possam ser tão más e tão desvirtuadas quanto eles. Isso é o mesmo que uma mulher suscitar o direito à igualdade para bater em seu marido porque seu próprio pai fizeram o mesmo com sua mãe.

O que o feminismo nos mostra hoje em dia, portanto, é uma manifestação pública de desrespeito ao ser humano, de desvalorização da mulher e de luta pelo direito de ser vulgar.

Contudo, não estou aqui afirmando que as mulheres devam ficar em casa trancafiadas, cuidando dos filhos e do marido, sem lutar pelos seus desejos e anseios profissionais, a não ser que elas queiram abdicar de suas carreiras ou de ter uma vida profissional em prol da família, o que deve ser respeitado. Também não estou, de forma alguma, afirmando que os homens têm mais direitos que as mulheres ou que nós sejamos superiores a elas e muito menos que o fato de não se acreditar na Criação impede que se acredite na condição natural do homem e da mulher. Estou apenas apontando que homens e mulheres são diferentes por natureza e, como tais, possuem características e qualidades inerentes em suas compleiçoes físicas e fisiológicas.Além disso, estou afirmando que o movimento feminista é o grande responsável pelo desvirtuamento da relação natural entre homens e mulheres e, pois, pela infelicidade mesma das mulheres.

Ele é, sim, o grande inimigo da convivência entre os sexos, porquanto ensejou, calculadamente, a formação de legiões de homens e mulheres desvinculados de seu projeto original. Não resta, portanto, a menor dúvida de que o projeto feminista atacou o coração da vida como nós a conhecemos.

A família, célula mãe da sociedade, tem sido reiteradamente atacada por uma ideologia vã e suja que traz prejuízos caríssimos ao convívio natural estabelecido por Deus, desvalorizando, sobretudo, o ser especial e único capaz de carregar a vida em seu ventre. O feminismo conspira contra a feminilidade, contra o prazer inefável de ser e se sentir mulher, e nessa agenda nefasta de desconstruir o papel feminino e todos os seus atributos e papeis sociais, este movimento diabólico segue cooptando as mentes de inúmeras mulheres ineptas e sequestradas pelas falacias deste movimento desconstrucionista e, por conseguinte, tal agenda segue viva e ativa criando conflitos e maculando as sociedades mundo afora, fomentando uma eterna guerra dos sexos em nome de uma pseudo liberdade feminina.

por Paulo Cheng

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