CONSÓCIO DO NORDESTE: liderado pelo governador baiano é hoje o braço forte do Foro de São Paulo, entenda!

O investigado Consórcio do Nordeste, se transformou em um novo “Governo Paralelo” do PT da década de 90, criado para desestabilização do Brasil e ascensão ao poder da esquerda. O lugar escolhido foi o Nordeste, região onde se congregam os principais líderes da esquerda do país, presidido pelo Governador do PT da Bahia e seu presidenciável Rui Costa, congrega os governadores do PT, PSB e PCdoB, aliados de longas décadas no Foro de São Paulo, além de MDB, Cidadania e PSD que estiveram juntos nos governos investigados pela Lava Jato de Lula e Dilma.

E hoje comandam os Governos da região com Rui Costa (PT-BA), Paulo Câmara (PSB-PE), Flávio Dino (PCdoB-MA), Fátima Bezerra (PT-RN), Wellington Dias (PT-PI), Renan Filho (MDB-AL) e Belivaldo Chagas (PSD-SE), João Azevedo (ex PSB, atual Cidadania) e o governador cearense Camilo Santana (PT). A região virou a base do Foro de São Paulo. Esse organismo paralelo possui mais força que o então Governo Paralelo, mantendo relações internacionais e comerciais, com países da Europa e a China, governada pelo Partido Comunista Chinês.

O Nordeste tem 1/3 dos Estados do país, a maioria dos Estados dentre as regiões (9 dos 26), a segunda maior população, o terceiro maior território, o segundo maior colégio eleitoral e o terceiro maior PIB do país. A região transformou-se no principal banker da esquerda.

ENTENDA!

Em 1990, após a vitória de Fernando Collor na eleição de 1989, o PT decidiu montar um “governo paralelo” em contraponto ao oficial. Foram escolhidos “ministros” e tudo, com o objetivo de mostrar à população as diferenças entre os dois projetos de país e as medidas que seriam tomadas por Lula na comparação com o que estava sendo feito pelo Governo real.

Em 2019, o PT fez “melhor”, após a derrota nas eleições presidenciais para Jair Bolsonaro, pelo PSL, colheu sugestões de setores da esquerda e criou um novo “Governo Paralelo”, com 10 vezes mais força, através do Consórcio do Nordeste, braço do Foro de SP no país, reunião de 9 Governadores de Estados da região alinhados a esquerda.

Criado em 2019, o Consórcio do Nordeste, aproveitando da Lei 11.107/2005, criada e deixada no engatilho para ser usada no momento certo, pelo ex-presidiário Lula e seu ex-Ministro da Casa Civil e ex-presidiário José Dirceu, logo após a derrota eleitoral de 2018, igualmente feito em 1990. Collor depois de irregularidades, desestabilização e pressão da esquerda, UNE, do PT e outros setores recebeu o impeachment do Congresso. Jair Bolsonaro e seu Governo vem sendo bombardeado diuturnente, tendo que se socorrer e fazer um freio de arrumação, talvez não sofra o impeachment, mas saia fragilizado para 2022, tendo em vista, dentre outros fatores a divisão da direita que o levou ao Planalto. É com isso que a esquerda conta.

O investigado Consórcio do Nordeste, se transformou em um novo “Governo Paralelo” do PT da década de 90, criado para desestabilização do Brasil e ascensão ao poder da esquerda. O lugar escolhido foi o Nordeste, região onde se congregam os principais líderes da esquerda do país, presidido pelo Governador do PT da Bahia e seu presidenciável Rui Costa, congrega os governadores do PT, PSB e PCdoB, aliados de longas décadas no Foro de São Paulo, além de MDB, Cidadania e PSD que estiveram juntos nos governos investigados pelo Lava Jato de Lula e Dilma, e hoje comandam os Governos da região com Rui Costa (PT-BA), Paulo Câmara (PSB-PE), Flávio Dino (PCdoB-MA), Fátima Bezerra (PT-RN), Wellington Dias (PT-PI), Renan Filho (MDB-AL) e Belivaldo Chagas (PSD-SE), João Azevedo (ex PSB, atual Cidadania) e o governador cearense Camilo Santana (PT). A região virou a base do Foro de São Paulo. Esse organismo paralelo possui mais força que o então Governo Paralelo, mantendo relações internacionais e comerciais, com países da Europa e a China, governada pelo Partido Comunista Chinês.

O Nordeste tem 1/3 dos Estados do país, a maioria dos Estados dentre as regiões (9 dos 26), a segunda maior população, o terceiro maior território, o segundo maior colégio eleitoral e o terceiro maior PIB do país. A região transformou-se no banker da esquerda.

Através dos partidos agrupados e alguns de seus parlamentares da sua base, também pressionam o STF, Câmara e Senado em suas pautas de desestabilização e perseguição a líderes conservadores, inclusive.

A organização comunista da esquerda, Foro de São Paulo criada em 1990, pelos líderes do partido Comunista de Cuba, Fidel Castro e do PT, ex-presidiário Lula, agem articulada na América Latina há 3 décadas, congregando mais de 120 partidos e suas ramificações na Europa, Ásia, África e Oceania, via seus aliados líderes do Foro de SP no Brasil e América Latina, agem como a nova internacional comunista. Tudo para voltar ao poder em alguns países perdidos nos últimos anos, inclusive no Brasil, fazendo a mesma marcha iniciada nos tempos “áureos” do PT e seus aliados nos anos 2000.

São 150 partidos entre membros e participes do último congresso. Eles perderam alguns governos de países, contudo viveram um momento áureo na região de 2002 a 2016, enquanto o PT esteve no poder no Brasil. Querem voltar a qualquer custo, inclusive desestabilizando o país. As investigações da Lava Jato encontraram ramificações criminosas desses governos, onde foram presos alguns de seus líderes e ex-presidentes.

O Brasil precisa neutralizar esse organismo paralelo em solo nacional. São lobos em pele de cordeiro, que quando não destroem, aliciam e cooptam.

Urge a revogação da Lei 11.107/2005 e seu decreto regulamentar, criado pelo então ex-presidente e presidiário Lula, que criou o consórcio público, possibilitando criar o Consórcio do Nordeste, organismo inconstitucional paralelo de governo intrafederativo, o principal braço do Foro de SP no Brasil, o ex-presidiário e ex-presidente Lula em 1990, antes de ser presidente do Brasil adotou a mesma estratégia após a perda eleitoral em 1989, com a criação do Governo Paralelo, um mecanismo de fiscalização e oposição ferrenha ao Governo constituído na época, inclusive percursor no impeachment do ex-presidente Collor.

Agora, com mais musculatura, com apoio dos Governadores do Nordeste, Lula e Dirceu que agiram juntos na década de 1990 e assumiram o poder em 2003, agem feito cobra para a volta triunfal ao poder, desestabilizando o país.

Década de ouro para a esquerda latino-americana

Entre os anos de 2002 e 2012, muitos dos partidos integrantes do Foro de São Paulo estavam governando. Entre os partidos que chegaram a chefias de governos nacionais está o Movimento para o Socialismo (2005 até o momento), da Bolívia; Partido dos Trabalhadores (2003 a 2016), do Brasil; Aliança País (2007 a 2017), do Equador, Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (2009 a 2019), de El Salvador; Partido da Libertação Dominicana (2004 até o momento), Partido Trabalhista da Dominica (2000 até o momento), Frente Sandinista de Libertação Nacional (2006 até o momento), da Nicaragua, Frente Ampla (2005 até o momento), do Uruguai, PSUV, da Venezuela (chavismo governa desde 1999, mas o PSUV nasceu em 2008) e o Partido Comunista de Cuba (que governa desde 1959).

FLÁVIO MORENO

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