O Turismo do RN não aguenta mais restrições

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Os nossos governantes precisam ter muita responsabilidade na volta das restrições por causa da “segunda” onda do covid no Estado.

Um dos setores que não aguenta, não comporta e não tem mais fôlego para restrições é o setor do Turismo.

A “primeira” onda dizimou centenas de empresas, fornecedores e empregos gerados pelo setor.

Por causa das restrições, já perdemos nossa alta estação das férias de julho, e o segmento não vai aguentar outra restrição durante a principal época, o verão.

São pacotes vendidos, passagens, setor de alimentação animado, dinheiro recebido, adiantamento de hospedagem barata para se fazer dinheiro através das operadoras, contratação de milhares de empregos temporários, guias e bugueiros tendo oportunidade de fazer dinheiro para pagar as dividas, o setor não comportará outro baque.

Outro setor que também merece atenção é o de eventos, no Réveillon.

As festas de Pipa e São Miguel do Gostoso movimentaram todo o setor de hospedagem, aéreo, transfer, locação de imóveis e  prestadores de serviços em mais de 20 atividades.

Não é cabível falar em cancelamento dessas festas. A grande parte do público é de fora, já comprou seus passaportes, movimentaram e vão movimentar a cadeia econômica interna, não só dessas praias, mas do estado como um todo.

Que os poderes públicos coloquem e exijam dos organizadores todos os cumprimentos das normas; que façam assinar termos duros de responsabilidades; que tenham a estrutura para realizar fiscalização in loco, mas não cometam o crime de não possibilitar a realização dos nossos principais eventos de alcance nacional depois do Carnatal.

Há 15, 30 e 45 dias havia festas todos os dias em movimentações políticas na ruas do RN, com multidões atrás de paredões de som, reuniões, carreatas, comícios e muitos desses gestores não fizeram o que tinham que fazer.

Agora não pode quebrar nas costas de quem fez o dever de casa, muito bem feito por sinal.

comentário

A questão não é somente quem tem culpa. A questão é porque há 15 ou 30 dias atrás, quando já havia a notícia do aumento do número de infectados, pôde-se se fazer campanha política livremente, salvo exceções? Por que somente agora? Por que a governadora, o presidente dá assembleia, deputados estaduais e federais (alguns) e prefeitos, participaram ativamente de comícios e passeatas de forma irresponsável? Assumam suas responsabilidades. Hipócritas.

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