RN: Professor da UFRN divulga nota e reafirma: Coação da Governadora Fátima por vacinação fez esposa dele perder o filho

Grávidas relatam que médicos têm contraindicado vacina contra covid-19 -  15/07/2021 - UOL VivaBem

O professor da UFRN, André Dorini, enviou uma nota de esclarecimento para o Blog Gustavo Negreiros sobre o desabafo dele quanto a vacinação da esposa, que resultou na morte do bebê que estavam esperando. Nos esclarecimentos, inclusive, o professor detalha que a própria bula da Pfizer recomenda que a vacina não seja aplicada em gestantes.

Segue o texto: 

“Vi muitos comentários na postagem. Alguns simpáticos outros não. Mas não interessa. Apenas quero deixar claro o motivo da minha indignação, e cada um faça o juízo de valor que quiser:

– Uma coisa é fato: a BULA da vacina (Pfizer) diz que grávidas NÃO devem tomar a vacina sem expressa autorização médica.

– Porém, se há um decreto estadual proibindo as pessoas que não possuem passaporte vacinal de adentrar as dependências de lugares públicos, qual a escolha que essas pessoas têm?

– Sim, porque todos sabemos que desde janeiro/22 HÁ um decreto estadual PROIBINDO o acesso a locais e autarquias públicas sem que se apresente o passaporte de vacinação. É fácil de encontrá-lo, quem quiser verificar.

– E SIM. Minha esposa foi BARRADA na entrada de um dos prédios do Centro Administrativo ao tentar resolver uma situação profissional urgente, por não ter o passaporte vacinal. 

– Ela então ficou entre duas opções: não tomar a vacina e ser prejudicada profissionalmente, ou tomá-la contra a vontade.

– Todos nós aqui em casa havíamos optado (até esse momento) em não nos vacinarmos. E vivemos perfeitamente bem assim, por 2 anos.

– Porém, quando foi coagida a se vacinar, minha esposa estava grávida e não sabia…

– Se o Estado OBRIGA seus funcionários a tomar a vacina, se na bula da vacina diz que grávidas NÃO devem tomar a mesma sem expressa autorização médica, COMO  pode esse mesmo Estado aplicá-las em mulheres sem ter a certeza de que não há gravidez???

– Uma coisa seria alguém se vacinar por livre e expontânea vontade. Essa escolha implicaria em responsabilidade pessoal.

– OUTRA coisa é alguém ser obrigada a se vacinar por força de decreto, e o Estado tratar essas situações absurdamente diferentes como sendo iguais!

– Como saber, por exemplo, que que uma mulher está grávida com apenas uma semana de gravidez???  Foi o caso da minha esposa. E certamente não deve ter sido somente o dela.

– Nessa sanha de controlar a vida alheia, sem QUALQUER dado científico que corrobore o benefício dessas leis insanas, atitudes tiranas são tomadas, e acabam por expor as pessoas ao risco e ao sofrimento. Ninguém merece passar por isso. Ninguém!

– Se há restrições para mulheres grávidas, se a vacina tornou-se obrigatória, e se NEM sempre há como se saber se a mulher está grávida no momento da vacinação, é DEVER do ESTADO certificar-se disso, de que não há gravidez. 

– Até porque a grande maioria das pessoas é leiga, e ninguém é obrigado a conhecer a bula e os efeitos colaterais de droga que o Estado te OBRIGA a inocular em seu organismo (sob pena de perder seus direitos civis e/ou seu sustento).

– Esse passaporte vacinal é imoral. Mulheres grávidas (ou com a mínima desconfiança de que possam estar): NÃO se submetam a isso!

– Esse desabafo foi no intuito de tentar sensibilizar as pessoas sobre a insanidade desse passaporte e evitar que mais pessoas passem pelo que passamos.

– Eu só espero, de coração, que além da agressão que minha esposa já passou com a perda do nosso filho, ela não sofra também perseguições políticas devido à repercussão do meu desabafo. Seria uma outra injustiça sem tamanho.

– Att. Prof. André Luís Dorini”

Blog do Gustavo Negreiros

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