Enfim, é deflagrada a debandada da candidatura cambaleante do ex-condenado

O sinal de naufrágio da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é bastante evidente.
No círculo mais íntimo do petista, as brigas entre figuras conhecidas e importantes já acontecem com certa frequência.

Gleisi Hoffmann e José Dirceu se estranharam recentemente.
O meliante teria dito o seguinte a respeito da presidente do partido:
“Com Gleisi no comando vamos perder a eleição”.
A noiva Rosângela da Silva, a Janja, também entrou em confronto com Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, o sujeito que durante o período em que Lula esteve preso, funcionou como “ponte” entre Lula e o mundo externo, pois além de despachar cartas, atuava como portador de recados que o então presidiário queria transmitir a integrantes do partido.
Marcola se sentiu atropelado por Janja e teria ameaçado deixar a campanha. Segundo um interlocutor, ele teria dito o seguinte:
“Se você bate de frente com a pessoa número um da vida do candidato, fica difícil permanecer”.
E para piorar a situação nas hostes petistas, o partido Solidariedade, comandado por Paulinho da Força, está na iminência de romper com a candidatura de Lula.
Paulinho está insatisfeito e recebeu um convite de Ciro Nogueira para aderir a candidatura do presidente Jair Bolsonaro. Questionado, ele diz que está pensando no assunto.
Nos estados, Paulinho já liberou os diretórios para apoiar qualquer um dos candidatos, e tudo caminha para a retirada total do apoio a Lula a nível nacional.
No próximo dia 3 de maio, o Solidariedade faria um ato em apoio a Lula. O evento está cancelado.

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