Bangkok (Thailand), 28/03/2024.- A visitor inspects Nissan’s Almera car displayed at the 45th Bangkok International Motor Show 2024 in Nonthaburi province on the outskirts of Bangkok, Thailand, 28 March 2024. More than 49 leading brands of the world’s major automakers attend to exhibit and unveil their automotive products and technology including the new electric vehicles, in the annual automobile showcase amid Thailand’s sluggish domestic car sales continuing to decline to the lowest level in two years by 26 percent year-on-year in February 2024, according to the Federation of Thai Industries. (Tailandia) EFE/EPA/RUNGROJ YONGRIT
Nesta quarta-feira (18), o ativista Robby Starbuck, que luta contra políticas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) das empresas, declarou que a Nissan agora faz parte da lista de grandes empresas que resolveram abandonar os programas “woke”.
Segundo ele, a diretoria da montadora concordou com as mudanças propostas e que vão finalizar ações como as contratações que eram baseadas na diversidade e no treinamento obrigatório de políticas DEI ou ações pró-LGBTQ+ que eram ministrados para os funcionários.
Sem cotas para contratação, promoções ou fornecedores diversos. O foco agora está no mérito e no desempenho – disse o ativista.
Robby Starbuck disse ainda que a Nissan concordou em revisar o financiamento futuro de eventos patrocinados pela empresa “para garantir que os patrocínios estejam alinhados com os padrões da marca e às prioridades do negócio”.
Em entrevista para a Fox Business, o vice-presidente de comunicações da Nissan, Brian Brockman, disse à Fox News Digital que a Nissan é uma “empresa para todos” e confirmou comunicações anteriores com a Starbuck.
Além da Nissan, outras grandes empresas com escritórios nos Estados Unidos tomaram decisões semelhantes nos últimos meses, como o Walmart, a American Airlines, a Toyota, a Ford, a John Deere, a Harley-Davidson e a Lowe’s.
