
Em sua defesa, o cantor e compositor alegou dependência física e psicológica.
A palavra final coube ao juiz Ernani Palma Ribeiro: o réu, Gilberto Gil, seria internado no Instituto Psiquiátrico São José.
O julgamento está documentado no filme Os Doces Bárbaros, do diretor Jom Tob Azulay. O juiz começou a lavrar a sentença ditando para o escrivão: “Gilberto Gil declarou que gostava da maconha e que seu uso não lhe fazia mal e nem lhe levava a fazer o mau”. E concluiu pela internação. A “erva maldita”, nas palavras do MP, era mais maldita do que nunca.
Por portar maconha, Gilberto Gil foi preso e enviado a uma clínica psiquiátrica para cura, em 1976.
O santo do PT da esquerda: Idade não defende caráter!
Pois,canalha também envelhecerm né?
Assim diz o ditado…
Precisa dizer mais alguma coisa?
chumbogrossomanaus
