O Programa de Proteção e Promoção de Saúde Menstrual foi criado em novembro de 2022 por Bolsonaro, por meio do Ministério da Saúde, que, à época, era comandado por Marcelo Queiroga. A cerimônia de lançamento contou com a presença de Michelle Bolsonaro.
O projeto Meninas nas Ciências Exatas, Engenharias e Computação foi lançado por Temer no segundo semestre de 2018. A iniciativa partiu do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do então Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.
O portal R7 procurou as pastas federais responsáveis pelos programas. O Ministério da Saúde afirmou que o novo formato do programa, embora semelhante ao do projeto lançado por Bolsonaro, é mais abrangente. No governo anterior, a iniciativa alcançava 4 milhões de adolescentes e mulheres.
“O Programa de Proteção e Promoção da Dignidade Menstrual vai beneficiar cerca de 8 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. A nova política está voltada aos públicos mais vulneráveis, de acordo com critérios do Bolsa Família. Voltado a todas as pessoas que menstruam dentro do critério, o programa alcançará mulheres cisgênero, homens trans, pessoas transmasculinas, pessoas não binárias e intersexo”, escreveu a pasta, em nota.
