E O VENTO NÃO LEVOU O VITIMISMO NEGRO

“Os comunistas se recusam a dissimular as suas opiniões e intenções. Eles declaram abertamente que os seus objetivos só podem ser atingidos com a derrubada violenta de toda a ordem social existente.

Que as classes dominantes tremam perante uma revolução comunista. Nela os proletários nada têm a perder a não ser os seus grilhões. Eles têm um mundo a ganhar”, este nefasta declaração está na última página do livro “Manifesto do Partido Comunista”, lançado em 1848 por Karl Marx e Friedrich Engels, e tal declaração sugere, explicitamente que, para que o comunismo seja instalado em uma sociedade em sua plenitude, os valores vigentes, ou seja, os valores éticos, morais, espirituais e culturais devem ser abruptamente estilhaçados, ou lentamente, segundo o marxismo cultural idealizado por Antônio Gramsci, minando sorrateira e continuamente esses valores conservadores, para dar lugar aos valores pútridos e espúrios da esquerda.


E uma das ferramentas de subversão esquerdista contra esses valores ocidentais e conservadores são os movimentos negros, movimentos esses que, NÃO representam os negros em sua integralidade, mas somente aqueles nos quais militam de um viés político-ideológico esquerdista, e as pautas são as mais esdrúxulas e infundadas possíveis. Para aqueles que acham que, tais movimentos negros hasteiam as bandeiras de reivindicações legítimas da classe negra, ledo engano, o vitimismo é o carro chefe de tais movimentos, no qual, a tal da ‘dívida histórica’ do tempo da escravidão é infinda e impagável, onde as novas gerações de brancos ainda devem, historicamente algo aos negros de hoje, como se a escravidão de negros só fosse privilégio de senhores brancos, mas tais movimentos ignoram, ou não querem enxergar que, os que mais escravizavam os negros em épocas de escravidão, como no século XIX eram os próprios negros, vendendo levas de negros africanos aos países europeus.


Algumas pautas defendidas por tais movimentos beiram ao absurdo irracional, uma delas são as tais “cotas raciais” em universidades e concursos públicos, sob o pretexto de que, os negros não tiveram acesso a um ensino de qualidade, que foram privados de tal coisa, o que por conseguinte os deixam em “desvantagem” intelectual frente aos brancos em vestibulares e provas de concursos públicos, contudo, tal afirmação não procede, e em contrapartida, é um ato de perpetuação de um sentimento racista, pois, independente da pigmentação da pele, seja negra, branca, amarela ou rosa, todos têm um uma capacidade intelectual inerente ao ser humano, e não é a cor da pele que faz com que, um negro seja intelectualmente inferior a um branco, pois tal dispositivo só faz colocar um ser humano de cor negra em explícita situação de desvantagem intelectual a um branco, não levando em consideração que, se um negro estudar com afinco, pode ser aprovado em QUALQUER concurso público ou vestibular em detrimento daquele branco que não estudou o suficiente.


E mais uma bizarrice aconteceu nesses dias, e nos Estados Unidos, a esquerda protagoniza mais um ato abjeto e infantil, no qual, categorizou o clássico do cinema americano de 1939 “E O VENTO LEVOU” como um filme racista, por considerar que, os negros que fazem parte do filme agem em atitude de conformidade pelos seus baixos papeis sociais, o que denota um ato de imposição racista por parte dos patrões brancos, e por isso o canal streaming de filmes HBO Max, por pressão dos movimentos negros americanos, retirou o filme de seu portfólio, dando a seguinte desculpa: “E o Vento Levou é um produto de seu tempo, e contém algum dos preconceitos étnicos e raciais que, infelizmente, têm sido comuns na sociedade americana”, afirmou um porta-voz da HBO, e continuou: “Estas representações racistas estavam erradas na época do filme e estão erradas hoje, e sentimos que manter este título disponível sem nenhuma explicação e uma denúncia dessas representações seria irresponsável”. Em pleno 2020, um canal de filmes ainda se comporta de forma abjeta e pueril, alimentando a retórica insana e racista desses movimentos negros, e tentando aniquilar um clássico não só do cinema americano, mas um clássico mundial, ganhador de 8 estatuetas do Oscar, incluindo o de melhor filme, e não levando em conta que a atriz negra que faz o papel de serviçal doméstica foi ovacionada por parte da crítica e público pela sua excelente atuação, a atriz e cantora Hattie McDaniel, que em 1940 se tornou a primeira atriz negra a ganhar um Oscar, de melhor atriz coadjuvante.
E assim segue esses movimentos negros abjetos, tentando desconstruir a cultura de alto nível e tentando lacrar, enxergando racismo em tudo, demonizando os brancos, e perpetuando aquela velha síndrome de cachorro vira-latas nos negros em geral.

E nessa desconstrução sistemática dos valores e personagens conservadores, içam falsos heróis e ícones negros, à semelhança de Nelson Mandela, Zumbi dos Palmares, dentre outros. Espero sinceramente que, a sociedade americana de bem, que não foi ainda cooptada por essas narrativas esquerdofrênicas estúpidas, possa reagir à altura acerca desse episódio, boicotando o canal HBO Max, e apoiando filmes clássicos que fazem parte, não só da fase áurea de hollywood, mas da alta cultura cinematográfrica da Sétima Arte do século XX.
Foto extraída da internet
Texto by Paulo Cheng

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