A Sagrada Família e seus inimigos! Por Marco Frenette

Quando observo uma representação da Sagrada Família, como a que ilustra esse artigo, vejo a síntese dos principais valores e ideais que compõem não só a família cristã, mas os próprios pilares da nossa civilização.

São José, com seu manto marrom, simboliza a simplicidade, o contato com a terra, com a madeira, com o trabalho árduo e de boa-fé que caracteriza os honestos.

A Maria Santíssima, com sua virginalidade, acentua a verdade de que uma vida plena não surge por meio de uma fixação na sexualidade e nas suas incontáveis moedas de troca, mas pelo equilíbrio entre os outros aspectos igualmente saudáveis da vida.

A Santíssima passa a importante mensagem de que a maternidade não é apenas o fruto de uma relação carnal, mas também, e sobretudo, um presente de Deus, sendo esse presente a essência da mentalidade pró-vida.

E o menino Jesus simboliza a pureza da criança, cuja inocência deve ser protegida, e não violada, por ser ela mais sagrada do que tudo.

Por estarem juntos, São José, Maria Santíssima e o menino Jesus simbolizam a importância da união familiar e de estarmos próximos aos nossos.

Trabalho honesto, vida equilibrada, proteção da criança, proteção da maternidade, valorização da paternidade, a união como sinal de amor e fortalecimento…

Claro que esses belos valores da Sagrada Família nem sempre são alcançados. Desavenças e tragédias familiares acontecem. Maridos fraquejam. Esposas fraquejam. Pais se separam. Filhos se perdem.

Porém, o que importa é o fato de a busca do cumprimento desses valores ser majoritário dentro de uma sociedade, pois isso é a cola, é a argamassa da civilização.

Afinal, se existem famílias disfuncionais e sofredoras, há também inúmeras famílias funcionais e felizes; e numa sociedade saudável, os disfuncionais lamentam suas disfuncionalidades, pois sabem que cometeram erros; e buscam acertar na segunda vez, numa terceira ou quarta vez, até serem abençoados com o lar pacífico que tanto buscaram.

Numa sociedade apodrecida pela aplicação durante décadas da agenda esquerdista, e, por isso, já parcialmente dominada pelos anormais, as coisas funcionam de modo diferente. Nela, os disfuncionais se orgulham de serem disfuncionais, negando de forma insana todo o sofrimento que seu modo de vida gera neles próprios e nos outros.

Assim, o jovem drogado e que só fala absurdos é definido como “alguém que luta contra o sistema”; a mulher que age e é reconhecidamente prostituta em suas relações é definida como “mulher livre e independente”, ou “mulher emancipada”. Ao passo que o jovem limpo, estudioso e educado é um “burguês” ou um “otário”; e a mulher que cuida de sua família e não se comporta feito uma vadia em praça pública durante manifestações é uma “alienada oprimida pela sociedade patriarcal”.

A criminalidade esquerdista – sobretudo seus braços culturais, acadêmicos e educacionais – sabem que não é possível apodrecer uma sociedade ao seu gosto sem antes destruir os valores tão bem representados pela Sagrada Família.

É por isso que boa parte da produção cultural e doutrinária da criminalidade esquerdista é dedicada ao ataque a essa instituição milenar.

Já em 1848, quando Marx e Engels redigiram o “Manifesto Comunista”, disseram com todas as letras que os comunistas almejavam a “destruição da família”, frisando que “os laços afetivos que unem os filhos aos seus pais são laços repugnantes”.

A esses dois delinquentes se seguiram uma legião de Orcs a promover a destruição da família: Sartre e Simone de Beauvior promoveram a pedofilia e a vadiagem da mulher como caminhos de “libertação”; Ronald Laing acusou a família de ser a responsável pelas doenças mentais; Adorno e Horkheimer ridicularizaram o pai de família honesto e trabalhador.

Todos esses Orcs, e inúmeros outros, são leituras obrigatórias em cursos universitários como os de história, sociologia e psicologia; cursos que são, na verdade, de sociopatia, uma vez que pregam a destruição da vida familiar para substituí-la por uma vida animalizada, embora chamem a esse chiqueiro humano de “emancipação” e “vida libertária”.

Ao compreendermos essa agenda da destruição, também passamos a entender o porquê de os anormais se incomodarem tanto, e olharem com desprezo, imagens como essa do espanhol Claudio Coello, em uma belíssima representação da Sagrada Família.

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9 thoughts on “A Sagrada Família e seus inimigos! Por Marco Frenette

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