O PT recebeu entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões de dólares em propina de 2003 a 2013, por meio de desvios e fraudes em contratos com a Petrobras.

O PT recebeu entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões de dólares em propina de 2003 a 2013, por meio de desvios e fraudes em contratos com a
Petrobras.
Por extenso: o PT recebeu entre 150.000.000 e 200.000.000 de dólares em propina.
Em reais: o PT recebeu entre 409.845.000 e 546.460.000 em propina.
Em suma: o PT recebeu cerca de 500 milhões de reais em propina.
Quem falou?
Pedro Barusco, o ex-gerente de Serviços da Petrobras e braço-direito do afilhado do mensaleiro petista José Dirceu, Renato Duque.

Como falou?
Em acordo de delação premiada, aquela em que qualquer mentira pode fazer o
sujeito passar a vida na cadeia, ou seja: ele não está mentindo, ok?
Quando falou?
O depoimento foi prestado no dia 20 de novembro último e veio à tona nesta quinta-feira (5).
Quem recebia as propinas?
“Durante o período no qual foi gerente executivo de Engenharia da Petrobras, subordinado ao diretor de Serviços, Renato de Souza Duque, de fevereiro de 2003 a março de 2011, houve pagamento de propinas em favor do declarante [Barusco] e de Renato Duque, bem como em favor de João Vaccari
Neto”, diz trecho do depoimento de Barusco.
Quanto passou por Vaccari?
Pelo menos US$ 50 milhões do montante teriam passado pelas mãos do homem de confiança de Lula e tesoureiro nacional do partido, acusado tanto
por Alberto Youssef quanto pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa de intermediar negócios entre fundos de pensão de
estatais e empresas ligadas ao doleiro.
Ele não intermediava também em favor de Dirceu?
Sim. O mensaleiro petista recebeu quase 4 milhões de reais de três construtoras ligadas ao petrolão por servicinhos de “consultoria”, aquele velho
eufemismo para “tráfico de influência” no Brasil. E o dono de uma delas revelou à VEJA que os contratos foram assinados a pedido de Vaccari.
É aquele marajá de Itaipu Binacional, né?
É. Foi duro largar a boquinha de R$ 21 mil por mês para comparecer a 6 (seis!) reuniões por ano, mas Vaccari foi exonerado do Conselho de Itaipu em
janeiro após as denúncias do petrolão

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