EITA DANADO!!! Baile Funk à todo vapor no Rio causa revolta na população

A realização de bailes funk no Rio de Janeiro com grandes aglomerações causaram revolta nas redes sociais neste fim de semana e início de segunda-feira (22).

Termos como “Acapulco”, “Egito” e “Romênia” ficaram entre os assuntos mais comentados no Twitter brasileiro junto de mensagens de indignação quanto à realização dos eventos.

O Baile do Egito, por exemplo, que ocorre na comunidade do Chapadão, Zona Norte do Rio, aconteceu com grande lotação também nos dois primeiros fins de semana de junho.

Outro baile que tem chamado a atenção por conta da forte aglomeração é o Baile da Romênia, na Vila Aliança, em Bangu, Zona Oeste da capital.

Já o “Acapulco” se refere ao Baile de Acapulco, que acontece no bairro de Vila Ideal, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Nas redes sociais, os internautas criticaram a realização dos bailes mesmo durante o período de pandemia, em que as pessoas têm evitado eventos com aglomerações.

Na maioria das mensagens, os usuários demonstraram preocupação com a possibilidade de que os participantes possam infectar pessoas mais velhas ou que fazem parte de grupos de risco da doença.

Vale lembrar que as festas de rua seguem proibidas pelas autoridades do Rio de Janeiro.

– Baile do Acapulco indo ate hoje de manhã na Vila Ideal em Caxias. Será que esses jovens não pensam que podem se infectar com Covid e transmitir para pais e avós? – questionou um perfil.

Redes sociais criticaram realização de bailes funk no RJ
Redes sociais criticaram realização de bailes funk no RJ
Redes sociais criticaram realização de bailes funk no RJ
Redes sociais criticaram realização de bailes funk no RJ

A frequência dos eventos nas favelas aumentou especialmente após a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), no último dia 5 de junho, de suspender operações policiais em favelas do Rio de Janeiro até o fim da pandemia.

Na sentença, Fachin disse que as ações só poderiam acontecer em “hipóteses absolutamente excepcionais”, sem especificar quais seriam.

Informação Pleno News,

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